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Cacá Bueno é piloto da equipe EurofarmaRC da Stock Car V8 e reconhecidamente um dos grandes nomes do automobilismo brasileiro. Tem apenas 30 anos, mas muito história para contar desde que competiu pela primeira vez de kart aos 12 anos. Já é o 5º maior vencedor da Stock Car, com 15 vitórias, desde a sua estréia em 1979.
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O esporte a motor no Rio resiste bravamente



No último sábado, gravei uma matéria para a TV Globo junto com os alunos da escolinha de kart que eu apoio, no Kartódromo Premium, ao lado do Shopping Via Parque, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Lá é um dos últimos lugares de formação de piloto que sobrevivem no Rio de Janeiro e por isso faço questão de estar envolvido. Sempre que posso, vou ao kartódromo, guardo meu kart lá, brinco com meus amigos no kart indoor e apoio e incentivo a escolinha ONS Premium, que é homologada pela CBA.

Extinguiram o Kartódromo de Jacarepaguá para construírem o traçado oval da Fórmula Indy e agora diminuíram e mexeram completamente na pista de Jacarepaguá por causa do Pan-Americano. O kartismo e o automobilismo cariocas estão sendo colocados de lado, mas quem pode deve ajudar a mudar esse quadro.

É com muito orgulho que vejo a escolinha ONS Premium revelar pilotos que já são campeões cariocas e já disputam o Brasileiro de kart com destaque. Essa garotada representa a esperança de o Rio de Janeiro continuar revelando talentos para o automobilismo brasileiro e, quem sabe, mundial. Força, molecada! E boa sorte.
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Alonso chega favoritíssimo a Interlagos. Quem diria...


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A temporada 2006 da Fórmula 1 traz uma surpresa atrás da outra. O título já esteve nas mãos de Alonso, passou para as mãos de Schumacher, agora volta para as mãos do espanhol e só uma tragédia pode fazê-lo perder o bi. Nem o alemão acredita mais em seu oitavo título mundial e já está conformado em se aposentar como vice-campeão.

Schumacher e a Ferrari vinham para mais uma vitória tranqüila no GP do Japão, quando o motor os deixou a pé. Sim, o motor Ferrari, que não quebrava desde 2000, foi o carrasco do heptacampeão. Alonso festejou muito e com razão a vitória (e, quem sabe, o título) que lhe caiu no colo.

A matemática para o espanhol conquistar uma das temporadas mais disputadas dos últimos anos da Fórmula 1 é simples: se Schumacher vencer o GP Brasil, ele precisa de apenas 1 ponto (um oitavo lugar). Se Schumacher não vencer em Interlagos, a taça é de Alonso.

Por outro lado, para Schumacher é vencer ou vencer. E se não der para conquistar mais um caneco, fica o amargo consolo de, ao menos, vencer o último GP de sua carreira. Mas que ele não espere apoio da torcida brasileira.

Por aqui, é grande o número de brasileiros fãs de Fórmula 1 na torcida por Alonso. Não me espantarei se as arquibancadas de Interlagos tiverem, além do verde-amarelo predominante, uma boa dose do azul da Renault.
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